A Graça de Cristo Entre Pessoas Imperfeitas
- 5 de mar.
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No fim de tudo relacionar não é apenas uma habilidade social mas é o fruto do evangelho aplicado na nossa vida. vimos que o perdão é uma dívida paga que o amor verdadeiro não possui que a mesa da comunhão é lugar de pertença e que os conflitos podem ser atravessados com mansidão.
Todas estas verdades encontram-se num único ponto a cruz de Cristo. Sem a cruz o perdão seria injusto o amor seria idolatria a comunhão seria superficial e o conflito seria apenas guerra.
É na cruz que aprendemos que a justiça e o amor caminham juntos pois como diz Salmos 85:10 "a misericórdia e a verdade se encontraram a justiça e a paz se beijaram".
A arte de relacionar não começa com técnicas de comunicação mas começa com a adoração a Deus. Quando Jesus é o nosso maior tesouro não precisamos de controlar ninguém. Quando sabemos que fomos perdoados podemos perdoar e quando somos recebidos por Deus podemos receber os outros.
Os nossos relacionamentos tornam-se o palco onde a glória de Deus aparece porque Ele não é glorificado apenas em cânticos mas quando pedimos perdão quando respondemos com suavidade e quando permanecemos unidos apesar das diferenças.
Relacionar é a forma mais visível de mostrar que o evangelho é real e que a doutrina que seguimos molda a forma como tratamos pessoas reais como lemos em 1 João 4:12 "se nós nos amamos uns aos outros Deus está em nós e em nós é perfeito o seu amor".
A arte de relacionar é no fundo aprender a viver como pessoas que já foram reconciliadas com o Criador. Quando isso acontece as nossas relações deixam de ser sobre a nossa necessidade de controlo ou de vitória e passam a ser um reflexo da perfeição de Jesus.
Que a nossa vida mostre de forma silenciosa e poderosa que a dívida foi paga que o amor é livre que há lugar à mesa e que a graça de Deus nos basta. Esta é a promessa que nos sustenta como diz em 2 Coríntios 12:9 "a minha graça te basta porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza". No espaço entre duas pessoas imperfeitas a beleza de Deus torna-se visível.
A perfeição das nossas relações não está na ausência de falhasmas na presença constante da graça de Cristo




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